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Expos Amy Winehouse – Londres e Natal

29/07/2013

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Quem me conhece sabe o quão fã da Amy eu sou, certo? Nessa última semana, dia 23, completou-se dois anos da sua morte. E eu, como boa fã, não poderia deixar essa data passar em branco. Principalmente porque está rolando em Londres uma exposição incrível feita pelos familiares dela, e que é um must see para quem está de passagem comprada pra lá. Infelizmente, como vai até o dia 15 de setembro, não vou ter a oportunidade de ver. E confesso que só de olhar as fotos me dá um aperto no coração.

Escutar a voz de Amy é sempre tão acolhedor. Sempre que ouço uma música sua, sinto uma vontade tão grande que ela estivesse aqui, produzindo mais e mais. E que um dia, quem sabe, eu tivesse a oportunidade de vê-la de pertinho. Mas anywnay, dizem que o é bom dura o tempo necessário para se tornar inesquecível. E hoje, com tanta música que se diz música, parece que essa velha frase de guerra é verdadeira mesmo. Sua voz é inconfundível e imortal. Resta nos contentar com o precioso material produzido durante esses 27 anos, em sua breve passagem pela vida.

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Acredito que todo mundo, querendo ou não, acompanhou sua vida de pertinho. Seja pelos tabloides, que publicavam suas fotos em estado deplorável, seus rehabs e confusões na vida amorosa. Eu sinceramente a vejo com outros olhos. Quando penso em Amy, me vem à mente uma pessoa que seduziu o mundo com seu espírito livre e irreverência. Uma pessoa que não ligava para a opinião alheia. Amy era Amy, estando certa ou errada, agradando ou não agradando. Pouco importava a moda, os atos, seu cabelo rebelde. Vivia uma vida sem modelos. Como muitos gostariam de viver. É ou não é!?

Defendo fortemente a liberdade de escolha, de ir e vir, e cada um ter as rédeas de sua própria vida. Com tantos estereótipos impostos pela sociedade, as pessoas seriam tão mais felizes se não se aprisionassem nelas mesmas. Se não se importassem com centenas de regras impostas todos os dias. Afinal, só nós sabemos o que nos faz feliz, e como devemos lidar com nossos mais profundos problemas. E para viver em paz, é necessário encontrar a liberdade dentro da gente. Liberdade de viver sem medo e sem amarras.

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Mas então, sem mais delongas, vamos ao que interessa. Nesse mês de Julho, foi aberta a exposição “Amy Winehouse: A Family Portrait”  no The Jewish Museum. Segundo Alex, o irmão de Amy, “ela sempre teve muito orgulho de sua origem judaica. E espero que, com essa mostra, as pessoas possam ver outro lado, não só da Amy, mas também da nossa típica família.”

O objetivo é detalhar ao público todos os pertences de Amy, que incluía um livro do Snoopy que ela “roubou” de Alex na infância. Fofo, né? Lá, a mostra é divida em quatro temas: “Judaísmo e família”, “Amy e Londres”, “Música” e “Ícone”. Para os fãs, “A Family Portrait” mostra quem de fato existia por traz da figura pública. E, principalmente, o que ela significava para o seu irmão. Alguém me leva!?

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Mas calma aí! Para nós, fãs brasileiros, está rolando uma exposição em Natal, que abriu as portas essa semana, no dia 23. Tudo organizado pelo fã clube Amy Winehouse Trouble, do meu querido amigo Alexandre Ferreira. O evento marca o lançamento da pré-venda da arte “27 Rosas“, desenhada a lápis pelo tcheco Peter Jurik, no qual 27 rosas são representadas por trás da imagem de Amy. Além disso, também há vários quadros produzidos por artistas brasileiros e estrangeiros.

A exposição vai até domingo, na livraria Saraiva do shopping Midway Mall, com funcionamento das 10h às 22h. E olha que legal! A ideia surgiu quando o Alexandre foi procurado pelo próprio Peter Jurick, que entrou em contato do Canadá, onde mora, para pedir ajuda na divulgação da sua obra. “Pensei no que poderia ser feito para divulgar, e procurei artistas brasileiros e do exterior. Muitos fãs colaboraram com artes”, explica Ale.

O resultado ficou incrível, gente! Pena que moro longe também, se não já estaria por lá!

Gostaram!?

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4 Comentários leave one →
  1. 29/07/2013 11:54 PM

    Ahhh Dani!
    Essa exposição deve ser maravilhosa. Uma pena que moro longe também.
    Beijo

  2. 30/07/2013 12:32 AM

    Em agosto de 2007, Amy cancelou diversos shows na Europa alegando exaustão e saúdedebilitada. Durante essa época, ela foi hospitalizada por, supostamente, overdoses de heroína, ecstasy, cocaína e álcool. No ano seguinte, a cantora chegou a ser presa por posse de drogas, e foi internada em clínicas de reabilitação.

  3. 30/07/2013 2:47 AM

    Certamente estaria lá para conferir de perto, se não fosse tão longe.
    bjs

  4. 30/07/2013 7:55 PM

    Ich, antes da notícia da morte eu nem conhecia ela, acreditas??

    Nem sei em que mundo eu vivo haha

    Beijo

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