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Top 5 obras da Bienal de São Paulo

06/09/2014

Começa hoje, na capital paulista, a 31ª Bienal de Artes de São Paulo. A mostra, que tem como título “Como (…) Coisas que não existem“, reforça a ideia de que a arte influencia muito a nossa vida. Ou seja, grande parte dos trabalhos ali expostos são sobre assuntos atuais e polêmicos, que andam em alta no momento. Questões de gênero, discriminação, aborto e por aí vai!

Ao total são 250 obras que fazem parte de 81 projetos – quase metade elaborados especialmente para o evento. Mais de 100 artistas estão envolvidos na exposição, que tem a curadoria de Charles Esche, Galit Eilat, Nuria Enguita Mayo, Pablo Lafuente, Oren Sagiv e Benjamin Seroussi e Luiza Proença.

Confira abaixo as cinco obras mais polêmicas. Dica boa para o final de semana!

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Museu Travesti do Peru, de Giuseppe Campuzano (Peru): Desde 2003, o artista e performer discute o travestismo em suas obras e trata da questão de gênero, misturando ativismo e uma discussão sobre cidadania. Entre as obras que estão na mostra, nesta imagem ele se transforma numa espécie de santo dos travestis.

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Espaço para Abortar, de Mujeres Creando (Bolívia): O coletivo realiza uma procissão-performance para discutir o poder de leis criadas por homens para regular o que se passa no corpo das mulheres. A performance conta com uma representação de um útero enorme que estará circulando pelo Pavilhão da Bienal.

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Yeguas del Apocalipsis – As Duas Fridas, de Francisco Casas e Pedro Lemebel (Chile): Parte do projeto Deus é Bicha, do Coletivo organizado por Miguel A. López, a imagem recria o icônico quadro As Duas Fridas (1939), da artista mexicana Frida Kahlo. A foto foi feita durante uma exposição dos artistas em 1990. Na época, a dupla permaneceu imóvel e com o corpo pintado com tinta à óleo por quatro horas numa galeria.

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Sem Título – de Éder Oliveira (Brasil): O artista paraense trabalha com a imagem de detentos. Enquanto os jornais normalmente mostram essas figuras com a cabeça baixa e quase em preto e branco, o artistas amplia esses rostos em grandes dimensões e capricha nas cores.

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Society Stadium (Estádio da sociedade) – Dan Perjovschi (Roménia): Seus desenhos, feitos com canetões, são sua marca registrada. De uma só cor, preto ou branco normalmente, as imagens se assemelham a desenhos feitos por crianças. No entanto, tratam com ironia e humor de questões da sociedade contemporânea.

Mais infos? De 6/9 a 7/12. De ter. a dom., das 9h às 19h; qua. e sáb. até 22h. Pavilhão da Bienal, av. Pedro Álvares Cabral, s.nº, parque Ibirapuera, portão 3. Grátis.

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