Skip to content

Amy Winehouse: the real side

21/05/2015

Amy-winehouse

Todos que acompanham o blog desde o início sabem que sou extremamente fã da Amy, não só pela sua música, mas por tudo o que ela viveu em apenas 27 anos. Lembro até hoje da primeira vez que ouvi “Some Unholy War“, “Wake Up Alone” e “Love is a Losing Game” – minhas três músicas favoritas do segundo álbum. E lembro tão bem da forma como me emocionei com aquelas músicas e, principalmente, com aquelas letras (que são de uma sinceridade de arrepiar)…

O que Amy passou para nós em termos de música foi algo simplesmente mágico. Ela resgatou um universo musical das periferias negras da década de 30/40, e um jazz suave. É quase como uma mistura imensa de gêneros. E é simplesmente impossível ouvir uma de suas músicas e não associar à grandes nomes do soul e do jazz, como Aretha Franklin, Donny HathawayBillie Holiday, entre outros.

Tenho o costume de dizer que Amy morreu por amor. Por amar demais. Por sentir demais. E a história Amy & Blake é uma das mais lindas que já conheci (sem toda a polêmica que a mídia criou em volta disso). O livro “Saving Amy”, escrito por Daphne Barak, mostra o outro lado da história – a história que ninguém conhece. É linda, é sincera – e a consumiu por completo. Mas é real.

Por isso fico tão feliz quando algo assim é feito:

Anúncios
2 Comentários leave one →
  1. 21/05/2015 10:27 AM

    Não acho a história de amor deles bonita. É feia. Mostra como uma pessoa te pode destruir sem que te apercebas disso. É uma história que mostra como nos podemos consumir de amor por alguém e deixar que essa pessoa faça de nós fantoches. E isso na mente de uma Amy com uma auto-estima miserável e uma carência emocional tão grande, a juntar às drogas, foi um cocktail fatal. E depois, quem ama não te mete em drogas – supostamente foi ele que a levou para a heroína, etc, etc. Ela morreu de amor, é verdade. Mas ele destruiu-a! Desejosa de ver o filme <3

    PS: a primeira vez que a ouvi, tinha sido ainda uma música do primeiro álbum (Help Yourself, que foi o meu toque de telemóvel durante uns 4 anos). Eu, que sempre fui uma ouvinte de cantoras (Jessie Ware, Corinne, Lily Allen, Aretha, Ella, etc, etc), ela veio preencher tudo o que eu sentia com aquelas letras e o jazz tão cru. Senti exactamente o mesmo que tu. Enfim… ainda hoje as letras mexem comigo :)

    • 21/05/2015 5:45 PM

      A história deles me lembra um pouco a de Sid & Nancy, do Sex Pistols…
      Mas claro, concordo com você. Era algo totalmente doentio. Mas o que me encanta mesmo é o quanto ela se entregou a esse amor. Vejo mais o lado dela do que o dele :P Apesar de ter pena (consegui uma vez uma entrevista com a mãe do Blake e é muito triste a história de vida dele).

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: